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《Destruída pelo Desejo》Capítulo 29

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Capítulo 57: Ele surpreendentemente não foi o primeiro dela?

— É verdade, quase me esqueci. — O irmão do herdeiro Zhao virou-se para eles: — Vamos marcar outro dia.

Depois que as pessoas se foram, Juliana demonstrou descontentamento: — Marcar o quê? Você também está interessado nela?

O irmão do herdeiro Zhao soltou uma risada: — Não brinque.

Do outro lado, Tiago supôs: — Eles também vão escalar montanhas, será que é o mesmo grupo?

Os cantos da boca de Janaína se contraíram.

O tio de Juliana, segundo diziam, era uma daquelas pessoas lá de cima.

Era muito provável.

Tiago suspirou: — Não apareceu uma assassina como a Juliana no meio do caminho, mas uma senhorita arrogante e autoritária chegou antes da hora.

Em comparação com Juliana, Janaína tinha mais medo da segunda.

— É só uma escalada de montanha! — Janaína mordeu o espetinho de carne para ganhar coragem.

Tiago acrescentou: — Vamos passar a noite lá, a montanha está cheia de penhascos e rochas íngremes, você não tem medo de que ela, aproveitando a escuridão, te empurre lá de cima?

O coração de Janaína deu um salto violento.

Ela parou de repente.

Florestas selvagens, riachos, montanhas altas...

Algumas cenas passaram pela sua mente.

O som de animais selvagens uivando ecoava em seus ouvidos, um arrepio subiu por suas costas, e a sensação no braço tornou-se estranhamente pegajosa...

Ela empurrou Tiago com força.

Ele, sem qualquer preparo, acabou esbarrando em um casal.

Eles ficaram chocados no início; o homem, achando que era provocação proposital, estava prestes a levantar o punho. Janaína notou o olhar do homem e apressou-se a pedir desculpas: — Desculpe-me.

— Que droga, não olha por onde anda?

— Sinto muito, eu e meu namorado estávamos discutindo, sinto pelo incômodo.

Ao ouvir que era uma discussão, o rosto do homem mudou imediatamente da água para o vinho: — Tudo bem, discutir faz bem, só não maltrate demais seu namorado.

Janaína pediu desculpas novamente e puxou Tiago para longe rapidamente.

Entraram em uma loja aleatória e sentaram-se.

Janaína olhava o menu como se nada tivesse acontecido, mas Tiago estava preocupado: — O que houve agora pouco?

Janaína parecia confusa: — O que houve o quê?

Não era só que ela não tinha olhado o caminho e esbarrado em um casal?

Qual o problema?

Tiago abriu as mãos: — Senhorita, você acabou de me empurrar, e com tanta força, pensei que eu tinha te irritado de verdade.

— Sério? — Janaína nem sabia do que ele estava falando e achou engraçado: — Por que eu te empurraria do nada?

Tiago: — ...

— Tudo bem, contanto que você esteja bem. Porém, você acabou de dizer que eu sou seu namorado? — Ele coçou a cabeça, sem graça.

Janaína respondeu irritada: — Se eu não dissesse isso, eles parariam de brigar? Aquele homem do nordeste parecia o tipo que ama a esposa. Felizmente, não foi na esposa dele, senão teríamos levado uma surra.

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Tiago ficou inexplicavelmente feliz: — Como você notou que ele era o tipo que ama a esposa? Tinha alguma característica no rosto dele?

— Er, isso. — Janaína pegou um lápis e marcou o menu, dizendo com indiferença: — Para a maioria das pessoas, basta um olhar para eu saber o que estão pensando.

Afinal, ela era formada em psicologia.

Não podia ser verdade o que o herdeiro Zhao dizia, que com aquele QI ela não conseguiria se formar.

Ela tinha se formado de verdade.

Tiago arqueou as sobrancelhas: — E o que eu estou pensando?

Ao ouvir isso, Janaína levantou os olhos e observou as sobrancelhas dele, que estavam levemente erguidas; ele tinha pálpebras duplas internas e, ao olhar de baixo para cima, seus olhos exibiam a esclera visível na parte inferior, com as pupilas voltadas para cima.

A aparência de uma pessoa reflete, em certa medida, seu interior; é o que chamam de caráter revelado pelo rosto.

Tiago levantou o queixo e baixou as pálpebras; a visão da esclera desapareceu instantaneamente, revelando novamente aquela aparência ingênua e pura.

Janaína contraiu os lábios: — Você está pensando em mim.

As bochechas de Tiago ficaram quentes instantaneamente: — Você me descobriu... Você estuda psicologia criminal, então será que você consegue distinguir pessoas boas e más à primeira vista?

— Nem sempre. — Janaína passou o menu para o atendente: — Se pudesse, eu já não teria visto através deles há muito tempo?

Não estaria dando voltas no mesmo lugar.

No final das contas, sua experiência de vida ainda era insuficiente; mesmo com toda a teoria, não era possível lidar com seres humanos tão imprevisíveis.

O coração humano é o mais complexo.

Tiago sabia do que ela falava: — Não se pode ter pressa. Coisas que nem as pessoas poderosas lá de cima conseguiram investigar, muito menos nós dois, que somos apenas peões.

É verdade, eles ainda não tinham descoberto nada.

É verdade, como ainda não tinham descoberto?

Aquele dinheiro tinha ido para onde?

A única coisa que Janaína conseguia pensar era que estava onde o homem que ela conhecia estava infiltrado.

Se fosse assim, o crime de sua mãe estaria confirmado.

O herdeiro Zhao também dizia que seus pais eram vilões.

Porém, Janaína se recusava a acreditar.

Enquanto a verdade não viesse à tona, ela continuaria do lado de seus pais.

Mesmo que o mundo inteiro tivesse se esquecido disso.

...

No silêncio profundo da noite, Janaína se revirava na cama; ao pensar que restavam apenas duas horas para levantar, sentia-se ainda mais acordada.

Suspiro~

Ela acendeu o abajur, serviu-se de um copo de água gelada e pegou o celular por instinto.

Duas da manhã, nenhuma chamada perdida.

Claramente, antes de deitar, ela tinha removido o herdeiro Zhao da lista de bloqueio.

Ele foi paparicar outras namoradas?

Ou será que já havia alguém deitado ao lado dele?

Certamente era isso.

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Janaína tomou um gole grande de água gelada, sentindo-se muito mais calma. Quando estava prestes a sair da página de chamadas dele, acabou discando o número.

Como ela estava guardando o copo ao mesmo tempo, por um descuido, a ligação foi atendida.

— Ainda não dormiu?

Janaína franziu o cenho e desligou.

Logo em seguida, o herdeiro Zhao ligou de volta.

Janaína foi obrigada a atender e explicar: — Apertei sem querer.

Do outro lado, havia um som de farfalhar, como o vento movendo as copas das árvores.

Depois de um tempo, o herdeiro Zhao começou a falar: — O sinal aqui é ruim, por isso não te liguei.

Ela ouvia claramente tudo o que acontecia ao redor dele.

Janaína murmurou internamente: se não é conveniente, que diga que não é conveniente, pra que inventar desculpa de sinal ruim.

— Ah, se não há nada, vou continuar dormindo.

— Janaína. — Ele a chamou com ternura. — Teve um pesadelo?

O sono dela nunca foi bom, mas, quando ele estava por perto, ela dormia surpreendentemente bem.

Quase todas as vezes que adormecia nos braços dele, sentia-se tranquila.

Janaína contraiu os lábios: — Estou acostumada, não é nada demais.

— Posso conversar um pouco com você.

Janaína mordeu o lábio e assentiu: — Então vamos conversar um pouco, só um pouquinho, viu.

O herdeiro Zhao deu duas risadas baixas: — Vou te contar a história de antes, meu amigo se apaixonou por uma garota, lembra?

— Hum, lembro. — Esse amigo era ele mesmo.

Então o herdeiro Zhao gostava dela há muito tempo.

Então, será que ela era a primeira garota de quem ele gostou?

Provavelmente não.

Janaína sentiu-se em pânico.

— Meu amigo disse que essa garota, apesar de tão jovem, tinha duas faces, uma para frente das pessoas e outra para trás, e que, mesmo diante das pessoas mais próximas, ela gostava de fingir um sorriso.

Ao ouvir isso, Janaína contraiu os lábios.

O herdeiro Zhao continuou: — Um dia, ele pensou sem motivo que precisava arrancar pessoalmente a máscara de fingimento da garota e fazê-la chorar alto.

— Todas aquelas coisas que a fazem entrar em colapso, ser humilhada, sentir vergonha, expor tudo, esmagar sua dignidade e quebrar a última linha de defesa em seu coração; esse dia certamente será muito esperado.

Janaína não pôde deixar de franzir as sobrancelhas com força.

Ela pensou naquelas vezes em que ajoelhou suplicando perdão aos prantos; não esperava que aquilo fosse o que ele ansiava.

Que coisa!

Parecendo ver como ela estava agora, o herdeiro Zhao sorriu: — Janaína, eu sou seu primeiro homem, mas certamente não devo ser seu primeiro... certo?

Janaína ficou estática por um minuto inteiro até entender do que ele falava.

Não havia nada a negar.

Ele sabia muito bem quem ela teve ao seu lado nesses cinco anos.

— Sim.

Sim, era verdade, lá tinha um homem.

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Eles tinham um acordo de que, todo mês, ela o acompanharia em um joguinho.

Aquele homem usava uma máscara, e ela não sabia como era o rosto dele.

Mais tarde, houve uma vez que aquela pessoa não apareceu e, a partir daí, não houve mais notícias dele; depois disso, ela voltou para o país.

O herdeiro Zhao disse com tom de deboche: — Ele era gentil com você?

Capítulo 58: Eu não tenho esse tipo de intenção com ele

Gentil?

Provavelmente esse não seria o termo para descrevê-lo.

Janaína comparou em seu íntimo e respondeu com sinceridade: — Ele era muito mais gentil do que você.

Além disso, ele mantinha o humor muito estável.

Ao lembrar dele, surgia instantaneamente aquela figura alta e imponente, a bengala de pedra preciosa vermelha escura que ele segurava, como um símbolo de poder, misterioso e inviolável.

Toda vez que ele ficava diante dela, parecia estar em um pedestal, olhando de cima, e a aura de frieza nele se transformava em dignidade.

Sempre que seus olhares se cruzavam, o coração dela acelerava sem parar.

A voz grave do herdeiro Zhao surgiu de repente: — Você está lembrando dele?

Janaína levou um susto, voltando à realidade, e mordeu o lábio negando: — Não.

Só quando começou a falar é que percebeu que sua voz estava um pouco rouca.

O herdeiro Zhao sorriu suavemente: — Dizendo que não, será que você ainda quer...

— Não! Não mesmo! Eu não tenho esse tipo de intenção com ele!

Quanto mais ela negava, mais insegura ficava.

Dizer que não tinha intenção certamente era mentira.

Ela ainda pensava nele até hoje.

Fazia muito tempo que não se viam.

Ela não sabia se ele já estava com outra pessoa, e era por isso que tinha cortado contato com ela.

Ele tinha dito que era muito dedicado e esperava que ela fosse também.

De qualquer forma, como Janaína já estava com outra pessoa, ela não enviava mensagens para ele há mais de dois meses.

— "Não tem esse tipo de intenção". — O herdeiro Zhao repetiu suas palavras com tom irônico. — Então, para você, ele é um deus, sagrado e inviolável, enquanto eu, você pode levar para a cama a qualquer momento?

Janaína: — ...

Ah...

Não é, não é isso, como o assunto voltou para cá de novo?

Na última vez, ele usou Lucas para falar sobre o assunto.

Por um momento, Janaína ficou sem palavras por causa dessa pergunta.

Dizer que aquela pessoa era um deus, sim, ele era seu deus; ela não ousava invadi-lo, muito menos fazer tal pedido a ele.

Além disso, aquele era o deus que a tinha socorrido, não só espiritualmente, mas também materialmente...

Desta vez, ela ficou em silêncio por muito tempo.

— Janaína.

A voz grave do herdeiro Zhao estava carregada de descontentamento: — Não esperava que você ainda guardasse um homem indescritível em seu coração.

Janaína apressou-se a bocejar para disfarçar o que sentia: — Estou tão cansada, quero dormir, pode ser?

Do outro lado, houve silêncio por um tempo.

— Pense bem nesses dias, quando eu voltar, você deve me dar uma resposta.

Janaína respondeu impaciente: — Que resposta?

O herdeiro Zhao: — No seu coração, entre ele e eu, quem é mais importante?

— Ah~ como comparar isso?

O herdeiro Zhao era muito infantil.

Depois de desligar, Janaína milagrosamente adormeceu; teve mais de uma hora de sono profundo e, quando o despertador tocou, ela não se sentiu cansada, estava até revigorada.

Às quatro e meia da manhã, sob o céu acinzentado, ela e Tiago carregavam cada um uma mochila e entraram no carro de Lucas.

Nesta viagem, Lucas levou apenas um assistente que também era motorista nas horas vagas, o Jorge.

Janaína geralmente o chamava de assistente Jorge.

— O assistente Jorge tomou café da manhã?

Jorge disse seriamente: — Senhora, eu já comi, o senhor Lucas ainda não.

Janaína abriu a mochila: — Você quer comer o quê?

Lucas deu uma olhada; ela estava cheia de petiscos variados. Ele disse baixinho: — Não estou com apetite agora, vou comer mais tarde.

— Tudo bem. — Janaína já sabia que ele desdenhava de suas coisas, puxou o zíper e, lembrando-se de algo, comentou: — Quem mais vai escalar montanhas com a gente?

Lucas disse suavemente: — É o tio da Juliana, ele também levou gente, mas não perguntei quem eram.

Janaína já sabia: — Dizem que são o irmão do herdeiro Zhao e a Juliana.

Lucas sorriu: — Eles também vão? Você quer desistir agora?

Janaína, ao ver o jeito dele, sentiu inexplicavelmente que ele já sabia que eles iriam, só que estava com preguiça de contar a ela.

— Não é isso, a relação entre mim e o irmão do herdeiro Zhao, na verdade, é boa.

— Boa? — Lucas arqueou as sobrancelhas. Como poderia ser boa? Na última vez, não foi ele quem a ameaçou com o assunto dela e do herdeiro Zhao para que ela fizesse um favor?

Janaína balançou a cabeça: — Sim, na última vez que dei um tapa na Juliana, foi graças a ele, senão eu certamente teria sofrido o troco da Juliana.

Lucas riu.

— Essa senhorita Juliana não deixa vingança para depois, é melhor você ter cuidado.

— Ah~ o que fazer então? — Janaína franziu o cenho levemente. — Daqui a pouco vamos escalar a montanha juntos e vamos passar a noite lá também!

Tiago, no banco do passageiro da frente, ao ouvir a voz manhosa dela, não aguentou, virou a cabeça e lhe deu um olhar de repreensão.

Não era que ele não aguentava ela ser manhosa, era que ele não aguentava ela ser assim com outros homens.

Lucas acariciou a cabeça dela com a mão grande, seus dedos mergulhando em seus longos cabelos, descendo até os ombros, onde segurou com delicadeza.

— Isso é fácil, ou você dá um tapa nela de volta e acaba com isso de uma vez, ou nestes dois dias você fica bem perto de mim, especialmente hoje à noite, vamos dormir na mesma barraca; ela não seria capaz de fazer nada contra você sob o meu olhar.

Janaína engasgou. Ela tinha muita vontade de dizer que talvez devesse dar um tapa de volta na Juliana para acabar com isso, mas isso nem de longe era uma questão de múltipla escolha.

Lucas a estava convidando para dormir na mesma barraca.

Um convite que não podia ser recusado; uma vez alcançado o consenso, para o mundo exterior, eles eram um casal.

Janaína estava prestes a falar quando foi interrompida pelo Tiago, que estava no banco da frente: — Eu também estou com medo, é a primeira vez que durmo na montanha, que tal nós três nos apertarmos?

Jorge sugeriu oportunamente: — Posso ficar com o senhor Tiago.

Tiago deu uma olhada nele e sorriu: — Como pode? Ainda acho que é mais seguro dormir com o senhor Lucas.

— O senhor Tiago não leve a mal, eu não sou apenas um assistente, sou também um guarda-costas contratado pelo senhor Lucas, já servi no exército, o senhor Tiago pode ficar tranquilo.

— Já serviu no exército, é. — Tiago não achou que ele tivesse cara de quem serviu. — Tudo bem! Vamos dormir juntos.

Janaína só queria dizer "tudo bem".

Lucas era um homem que entendia de limites, não faria nada contra ela; dormir na mesma barraca era apenas para confirmar o status de marido e mulher diante de todos.

Nada além disso.

Após dirigir por mais de uma hora, chegaram ao pé da montanha.

Nesse meio tempo, Janaína dormiu mais um pouco, mas o sono acabou deixando-a um pouco cansada.

Tinha chovido um pouco na noite anterior, o ar estava úmido e o caminho nebuloso da montanha trazia um perfume de flores desconhecidas, que era muito agradável.

Porém, o caminho sob os pés era muito escorregadio e qualquer distração poderia levar a uma queda.

— Cuidado.

Alguém a segurou.

Janaína virou a cabeça e viu que era o Zhou Qizhen, tio da Juliana.

— Obrigada, tio Zhou.

Zhou Qizhen deu uma risada sincera: — É raro ver jovens que levantam tão cedo hoje em dia, a jovem tem um bom espírito.

Ao ouvir isso, a pessoa atrás deles não se conformou.

— Eu e a Juliana não somos jovens? Não temos nem trinta anos, o tio Zhou é parcial.

A pessoa que falava era justamente o irmão do herdeiro Zhao.

Ele, assim como a Juliana, usava um conjunto de roupas esportivas cinza claro.

Vendo assim, o homem bonito e a mulher bonita combinavam muito bem; até o semblante parecia o de um casal casado há muito tempo.

Zhou Qizhen ergueu as sobrancelhas: — Onde eu tive essa intenção? Ser raro não significa que não existe.

O irmão do herdeiro Zhao puxou a Juliana para subir um declive íngreme: — Eu e a Juliana não viemos escalar a montanha mais de uma vez, nunca ouvimos o tio Zhou nos elogiar, e ainda diz que não nos desdenha por não sermos mais jovens?

— Realmente não. — Zhou Qizhen parecia impotente. — Tenham cuidado, não caiam.

À frente, havia outro declive íngreme; Janaína virou-se pronta para subir, quando viu dois braços se estenderem em sua direção ao mesmo tempo.

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