《Contrato de Paixão: A Noiva do Bilionário》Capítulo 64

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-Sim, eu sei que você vai dizer que era algo previsível, que isto é exagerado. Mas são luxos que eu posso me permitir e posso proporcionar a você... -Uma cama! Eu estava mesmo precisando dormir. Obrigada, meu amor. — Provoquei.

Ele deu uma risada e me puxou para o seu colo enquanto se sentou na cama. As suas mãos hábeis passaram por cima dos meus seios, e eu me encaixei lentamente sobre o seu colo, sentindo a sua ereção através do tecido de sua calça.

-Eu quis fazer isto desde a primeira vez que você entrou neste avião comigo. Você dormiu um momento antes de chegarmos em Portofino e eu fiquei te admirando. Na verdade, naquele momento, o meu coração já estava dando sinais e eu ainda não os entendia. Ali, eu já estava aos seus pés, inebriado por seus encantos.

-Você tinha acabado de me conhecer pessoalmente...

-Sim. Mas tudo em você me atraia. Eu pensava que era somente sexo. Mas eu sentia algo a mais e não entendia.

Eu me lembro que você disse não querer fazer sexo comigo.

E eu nunca fiz sexo com você. Eu queria fazer amor com você. Eu te queria, minha, eu te quero minha. Você também tinha dito que não queria sexo comigo. Você me desejava? -Não. Eu ainda não desejava. Mas com o passar dos dias, foi ficando cada vez mais difícil não te desejar.

-Eu estava criando calos nas minhas mãos cada vez que ia tomar banho, eu te desejava loucamente. E me satisfazia com as minhas próprias mãos imaginando as luxurias que eu faria com você. -Eu vi você se masturbando durante o banho e me toquei querendo você.

-Eu sabia que tinha escutado o meu nome em um gemido. Naquele dia, eu queria ter cheirado os seus dedos e depois ter lambido você.

Os seus lábios lamberam o meu pescoço enquanto as suas mãos subiram o meu vestido até a minha cintura. Ele apertou a minha bunda e me levantou com ele. Eu nem tive tempo de enrolar as minhas pernas em seus quadris. Ele me colocou sobre a cama e se abaixou, subindo ainda mais o meu vestido e beijando minha barriga lentamente. Ele beijou as minhas coxas, a minha virilha. E quando chegou na minha calcinha, ele a enrolou nos dedos e a deslizou por minhas pernas, deixando-a cair no chão. Ele se afastou, tirando a sua camisa, sua calça, e eu terminei de tirar o vestido do corpo, assistindo-o caminhar em minha direção completamente nu e totalmente ereto. Ele se abaixou entre as minhas pernas se ajoelhando no chão. Ele puxou o meu quadril mais para baixo. Eu tentei ficar com os meus olhos abertos quando a sua língua me lambeu inteira, abrindo cada pedacinho de mim. As suas mãos seguraram firme as minhas coxas, me mantendo presa em sua boca faminta. Ele me devorou sem piedade a sua língua circulou meu clitóris e quando eu estava quase explodindo, ele desceu e a deslizou profundamente para dentro de mim, sugando cada gota que de mim escorria.

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-Dante, você está me deixando louca...

-Quero você louca por mim...

Ele murmurou em minhas carnes trêmulas, voltando em seguida, a castigar o meu clitóris com a sua língua. Eu fechei os olhos quando comecei a tremer e querer fechar as minhas coxas automaticamente, mas ele as manteve abertas ao

máximo. Ele continuou a lambo lentamente

sem esperar eu superar a sensibilidade do pós-orgasmo. Implacável ele não parou de se dedicar a mim. A sua língua continuou em movimentos lentos, mais fortes, mantendo aquele fogo em uma temperatura que me fazia delirar. Logo, a sensação de desconforto passou e o nível de excitação aumentou ao extremo. Logo, tive a sensação de que eu dissolveria em sua boca. Ele apertou as minhas coxas em um sinal para que eu relaxasse. Eu obedeci e senti um líquido quente sair de dentro de mim, abundantemente. Ele bebeu cada gota enquanto eu me debatia no colchão, sentindo contrações intensas.

Quando ele afastou os seus lábios, eu abri meus olhos e o vi sobre mim, os seus lábios estavam brilhando com a prova evidente do meu orgasmo intenso. Os seus lábios encontraram os meus e a sua língua me enlouqueceu. Em um beijo carregado de sabor e de desejo. A sua língua estava me enlouquecendo, assim como ela tinha feito entre as minhas pernas. Quando ele se afastou, eu estava desejando tudo dele. Ele olhou em meus olhos e sussurrou.

-Eu te quero sem reservas! Eu quero te encher com meu gozo, quero te possuir da maneira mais selvagem, assim como é este amor que está no meu peito, simplesmente incontrolável.

-Eu sou sua, prenda-me, amore mio...

Ele sorriu e de forma lenta, deslizou a sua ereção para dentro de mim. Eu sentia cada centímetro de sua masculinidade me preenchendo, me alargando, bem ali, onde eu o desejava de maneira insana.

Os movimentos dele eram lentos e passionais, enquanto a sua boca tomava cada gemido meu. Eu arranhava as suas costas e o puxava para dentro de mim, os seus gemendo em seus lábios. Os seus do ems golpes eram lentos, mas estavam me deixando ainda mais louca por ele. Ele se levantou um pouco sem sair de dentro de mim. Ele se ajoelhou na cama, inclinando o meu quadril em sua ereção, abrindo minhas pernas ao máximo, indo mais fundo. A sua mão deslizava por minha barriga. Me puxando para ele, minhas mãos apertavam os meus seios e os seus olhos estavam quentes sobre mim.

-Deliciosamente, minha.

Ele sorriu, acelerando os seus quadris, empurrando fundo, enquanto o seu corpo tremia. E ele despejava o seu gozo quente dentro de mim. Gemendo, ele me disse:

-Eu sou o teu Bella mia, todo o seu.

Eu sentia os nossos corpos em uma ligação profunda. Estávamos ligados por algo muito mais forte.

Não era somente o físico que reagia a cada vez que a sua pele tocava a minha. Ele estava tocando o meu coração lava toca e a minha alma de uma forma única. Eu estava consciente que nada era racional, que estávamos seguindo os nossos corações em cada um dos nossos passos. Ele tinha entrado em meu coração e eu nada tinha feito para impedi-lo. Em vez disto, eu sorridente, tinha aberto a porta e o convidado para fazer morada. No passado, eu tinha medo de me envolver. Tremia somente com a ideia disto. em

Mas o Dante, ele me fazia querer seguir fazendo projetos para a nossa vida futura. Mesmo que as dificuldades permanecessem imensas. Nossa vida junto estava crescendo dentro de uma tempestade em fúria. Mas os meus medos estavam se tornando menores cada vez que eu sentia os seus braços me apertando, cada vez que eu me agarrava em seu corpo e sentia o seu perfume.

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