Ao me aproximar da porta do escritório, hesitei por um momento antes de decidir não bater. A maçaneta girou facilmente sob meu toque; a porta estava destrancada. Empurrei-a lentamente e me deparei com Dante, imerso em seu mundo, sentado à frente do laptop. Seus olhos estavam voltados para o teto, como se estivesse em um universo paralelo, perdido em pensamentos profundos. Senti que sabia exatamente o que deveria fazer.
Me movi silenciosamente pelo aposento, e quando cheguei à metade do caminho, Dante finalmente desceu o olhar. Seu rosto se virou na minha direção, e uma mistura de surpresa e alívio cruzou seus olhos. -Você deveria estar dormindo, Bella mia ele murmurou.
- Isto também vale para você - respondi, um sorriso leve se formando nos meus lábios.
Eu me aproximei e ele me puxou para um abraço. Eu me posicionei entre as suas pernas. Ele se inclinou para a frente e colocou a sua cabeça sobre os meus seios. O abraço era apertado e eu inalei profundamente o seu perfume, inebriante. Lentamente, ele beijou os meus seios e eu os pressionei um pouco mais em seu rosto, fazendo-o sorrir. Gostando, ele continuou lentamente deslizando a sua língua entre o tecido delicado e a minha pele me fazendo gemer.
-Você quer me enlouquecer...
-Eu quero te dar prazer, quero te ver perdido em desejos...
Os seus olhos me estudaram com desejo, enquanto eu deslizei pelo seu corpo, beijando lentamente o seu rosto. Seu pescoço, seu peitoral enquanto eu dava graças por ele estar usando apenas uma boxer. Eu alisei a sua ereção, que já era evidente, ele gemeu segurando os meus cabelos.
-Você não precisa...
Eu quero!
Eu libertei o seu membro duro, beijei todo o seu comprimento, passei a minha língua e lentamente engoli a glande que estava brilhando com as gotas do pré gozo. Ele ergueu o seu quadril e segurou os meus cabelos com um pouco mais de força. Eu dei o meu melhor, deslizando cada centímetro dele em minha boca, até senti-lo no fundo da minha garganta.
-Que gostosa. Eu não vou aguentar...Porra...
O seu corpo tremeu. Eu movimentei a minha cabeça para cima e para baixo, enquanto a minha língua em círculos beijava cada centímetro de sua ereção. Eu sentia suas veias incharem minha boca, cada vai e vem que eu fazia os seus quadris me pressionavam ainda mais. Eu mantinha o meu olhar preso no dele, que estava cheio de luxúria. Ele estava por um fio de perder o controle. E era exatamente o que eu queria. Fiz mais alguns movimentos de vai e vem enquanto as minhas mãos arranhavam seu abdômen. As suas mãos puxavam os meus cabelos mostrando seu poder sobre mim. As suas estocadas estavam em sincronia com o sobe e desce de minha boca. Ele sentiu que estava prestes a gozar. Ele tentou me fazer soltá-lo, mas eu desci ainda mais profundo, acomodando-o profundamente. Sentindo assim, o seu gozo quente, jorrar no fundo da minha garganta escorrendo abundante, quase me fazendo engasgar. Ele estava vermelho, ofegante. Ele segurou os meus pulsos e me puxando para o seu colo. Eu me encaixei nele. Eu estava quente, cheia de desejos e sabia que não podia. Mesmo assim, eu estava satisfeita por ter feito ele ter um prazer intenso.
-Isto foi incrível, assim como você, assim como tudo que vem de você. — ele disse, ainda ofegante.
Ali estávamos nós, enlaçados em um abraço que irradiava mais do que apenas calor e desejo. Seria isso amor? Porém, a questão pendente pairava no ar como uma nuvem pesada: o mundo externo estava preparado para aceitar o que tínhamos?
Momentos mais tarde, à medida que nos aproximávamos do quarto, uma onda de antecipação e urgência me dominava. Eu ansiava pela conexão mais íntima, algo que fosse além do físico.
Seu olhar cruzou com o meu, cheio de perplexidade e curiosidade, como se ele estivesse tentando decifrar o enigma que era o meu estado emocional.
-Está tudo bem. Você está com dor, não é? Você não deveria ter se esforçado...
-Eu fiz o que eu queria. Bom, ao menos quase tudo. Eu queria te sentir por completo.
Ele, a princípio, ficou por um segundo parado. Depois me puxou ara o seu abraço e me beijou, me fazendo acalmar os pensamentos. Mas acendendo ainda mais o desejo em meu corpo.
Quando ele se afastou, ele ainda estava me olhando indeciso.
-Eu não quero te machucar...
Excitada e muito irritada, respondi:
-Dante, eu sei o que estou sentindo e não é dor!
Ele deu um sorriso provocante enquanto falava.
-Me diga o que você sente, Bella mia...
➡
-Dante, eu estou bem. Eu já não tenho excesso de fluxo e não tenho cólicas. Eu apenas estou com dificuldades em conter o meu desejo em você!
Ele sorriu. Se abaixou e sussurrou ao meu ouvido.
-Tenho uma ideia, mas vai ter que ser do meu jeito. E se você sentir dor, paramos imediatamente, tudo bem?
Sim. Respondi ofegante.
Ele segurou a minha mão e nos
levou escada abaixo. Fomos para a
parte exterior da casa, em um dos terraços na parte de trás do lado oposte des jardins. Ele abide
a
cobertura de uma jacuzzi. Apertou alguns botões e logo ela entrou em função. Eu estava tremendo, não pelo frio, já que a noite estava quente, mas era pela antecipação do seu toque em minha pele. Ele tirou a sua boxer e entrou na água estendendo a sua mão para mim.
-Mas alguém pode nos ver!
Ele sorriu e calmamente me disse.
—Os funcionários que trabalham na propriedade possuem as suas próprias casas que ficam a alguns quilômetros daqui, i todos entram na casa a partir das seis da manhã para assumirem as suas tarefas. Então temos duas horas, acho que será tempo suficiente para que eu possa te satisfazer.
Ele piscou e fez um sinal com o dedo para a minha lingerie.