localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Destino em sua Pele Capítulo 22

《O Destino em sua Pele》Capítulo 22

PUBLICIDADE

Capítulo 22: Experimentando a Doçura do Amor

"Mas, Caio, você precisa colaborar um pouquinho comigo, pode ser?"

Caio olhou para os olhos esperançosos da garota e o canto de seus lábios se curvou em um pequeno arco: "Colaborar como?"

Isso significava que ele aceitava.

O coração de Thalita saltou de alegria, mas ela manteve uma aparência de compostura.

Bem, só um pouquinho de compostura.

"Por exemplo, assim."

Dito isso, ela estendeu a palma da mão branca e macia para ele, sorrindo: "Dá a patinha aqui primeiro~"

Caio: "..."

O vento suave da noite soprou, balançando os fios de cabelo pretos e macios da garota; quando roçaram na pele das costas da mão dele, causaram uma leve coceira.

Caio baixou o olhar, observando em silêncio a mão dela segurando a dele.

Era uma sensação muito peculiar, de uma delicadeza e maciez inacreditáveis, como se, com um mínimo de força, ele pudesse esmagá-la facilmente.

"Chegamos."

Ao ouvir a voz dela, seus pensamentos voltaram à realidade. Ele ergueu os olhos para a cena à frente.

O letreiro luminoso dizia: "Churrasquinho do Júnior".

Um garçom os viu chegando e veio recebê-los com entusiasmo: "Olá, mesa para dois?"

"Sim."

Caio não abriu a boca; Thalita já o guiava pela mão, escolhendo uma mesa do lado de fora para se sentarem.

O garçom logo trouxe o cardápio, e Thalita o passou para Caio.

"O churrasquinho daqui é realmente incrível. Veja, o que você gosta de comer?" Thalita sorriu para ele.

Caio não olhou e devolveu o cardápio: "Qualquer coisa serve, você escolhe."

"Está bem." Thalita pegou a caneta e marcou o que queria comer.

Pouco depois de pedirem, o garçom trouxe sementes de melancia e frutas como cortesia.

Thalita espetou um pedaço de melancia com o palito, levou até a boca dele e disse sorrindo: "Caio, quer uma frutinha?"

Caio olhou para a melancia e disse calmamente: "Isso também faz parte da simulação de romance?"

"Claro," Thalita analisou com propriedade: "Cuidar do parceiro é uma obrigação durante o namoro."

Ela terminou de falar e se aproximou um pouco dele, com os olhos redondos e brilhantes cheios de vivacidade: "E, claro, não é só isso."

Vendo que ele demorava a abrir a boca, ela mesma comeu o pedaço de melancia e começou a falar com a boca cheia, usando a experiência amorosa que Camila compartilhara com ela.

"Sobre as maravilhas do amor, na verdade existem muitas. Caio, você pode tentar experimentar primeiro."

Enquanto falava, espetou um pedaço de melão e ofereceu a ele, continuando: "Por exemplo, a partir de hoje, podemos comer juntos, passear juntos, ir ao cinema, andar de mãos dadas, ir e vir da faculdade juntos e até compartilhar coisas interessantes um com o outro."

"Acredite em mim," ela bateu levemente no peito, convicta: "Depois de tentar, você com certeza vai amar a sensação de estar namorando."

"Quando chegar esse momento, se você gostar nem que seja um pouquinho de mim", Thalita olhou para ele esperançosa, "deixe que eu me torne sua namorada de verdade, o que acha?"

PUBLICIDADE

Caio trocou olhares com ela em silêncio por um momento. Depois, estendeu a mão, pegou o palito com o melão e comeu a fruta.

"Vou considerar que você aceitou, então." Thalita sorriu ao ver o perfil nítido e atraente do rapaz.

Os ingredientes foram sendo trazidos aos poucos: pincelar o óleo, grelhar, passar no molho, oferecer na boca... Thalita fazia tudo com uma paciência extrema.

Caio aproveitava em silêncio o cuidado dela.

Entre o brilho da gordura e a fumaça subindo, a garota de aparência doce e pura parecia a pessoa que melhor entendia os prazeres simples da vida.

De repente, um pedaço de carne bovina, grelhado uniformemente e com uma cor apetitosa, apareceu no prato de Thalita. Ela ergueu o rosto surpresa e encontrou o olhar calmo e profundo do jovem.

"Assim está certo?"

Thalita ficou olhando para ele por dois segundos, atônita, antes de entender o que ele queria dizer.

Regra número um da simulação de romance: cuidar atentamente do parceiro.

Ela não esperava que, logo após ela dizer, ele já tivesse memorizado.

Para ser sincera, ele estava sendo muito prestativo.

"Certo, certíssimo!" Thalita disse, comendo alegremente o pedaço de carne que ele grelhara.

Ela comia de forma muito educada, com as bochechas brancas e um pouco gordinhas se estufando como as de um pequeno hamster; ela mastigava muitas vezes antes de engolir.

Dava prazer vê-la comer, tanto que o apetite de quem a observava acabava melhorando.

Exceto por breves momentos na infância, aquele foi provavelmente o jantar mais tranquilo e saboroso que Caio tivera em muitos anos.

"Moço, tem bebida?"

Enquanto comiam, Thalita perguntou de repente.

Ao ouvir isso, Caio arqueou a sobrancelha para ela.

Até que ela era atenciosa, sabia que ele gostava de beber.

A bebida foi trazida logo em seguida: uma lata de coquetel de frutas com sabor de lichia.

O teor alcoólico não era nada alto, podia ser considerado desprezível.

Claro, para quebrar o galho, servia.

Caio lançou um olhar casual para a lata e a pegou, preparando-se para abrir.

Mas, assim que ele a tocou, uma mão delicada a tomou dele.

Os dedos de Caio pararam no ar e ele ergueu o olhar para a culpada.

"Não é para você~" Thalita segurava a bebida em uma mão enquanto apoiava o queixo na outra, sorrindo para ele: "Seu estômago não está bom, é melhor você beber suco comportadamente~"

Dito isso, ela abriu a lata de uma vez e deu um gole generoso.

No segundo seguinte...

"Cof, cof, cof..."

O som de tosses frágeis ecoou, e um tom carmesim subiu instantaneamente às bochechas brancas dela.

Em pouco tempo, aqueles olhos lindos e brilhantes ficaram marejados.

Caio realmente não entendia por que alguém com resistência zero ao álcool insistia em tentar beber.

Ele se lembrava de que ela deveria odiar álcool, não?

Um lenço de papel branco foi estendido por uma mão grande e esguia. Thalita olhou surpresa e, após um momento, seus olhos se fecharam em um sorriso: "Obrigada~"

PUBLICIDADE

Ela pegou o lenço, mas não o usou para se limpar; em vez disso, ergueu a cabeça e deu outro gole na bebida.

O sabor picante desceu pela garganta, as bochechas esquentaram gradualmente e seus pensamentos começaram a ficar nublados, fazendo com que as coisas desagradáveis também se afastassem.

Com razão Caio gostava de beber; afinal, o álcool às vezes não era de todo ruim.

Pensando nisso, ela ergueu a cabeça novamente.

No entanto, desta vez, uma mão grande apareceu de surpresa e tomou a lata das mãos dela.

Thalita ficou atônita por dois segundos e depois olhou para ele, confusa e zonza: "O que foi?"

Caio declarou com tom calmo: "Você não está feliz."

"Estou sim~" Thalita apoiava o queixo com as duas mãos, rindo feito boba: "O churrasquinho está tão gostoso, como eu não estaria feliz?"

"Sabe de uma coisa?" Ela olhou para ele, com as pálpebras levemente rosadas e caídas. "Foi a Helena quem me falou desta churrascaria maravilhosa."

Ela riu: "Foi a primeira vez que combinamos de comer fora. Ela ficou de convidar e eu de pagar a conta. Comemos as coxas de frango grelhadas daqui, são deliciosas~"

Caio não sabia quem era a tal Helena, apenas observou o olhar perdido dela e disse calmamente: "Você está bêbada."

"Não estou!" Thalita retrucou. "Eu nunca fiquei bêbada quando você bebia muito antes!"

Após falar, ela soltou um pequeno soluço, levantou-se subitamente para se aproximar e tocou com a ponta do dedo delicado o nariz reto dele, resmungando insatisfeita: "Seu chato, me diga como... como você aguenta beber tanto?"

A fala desconexa não fazia muito sentido.

Caio estava se preparando para levantar e pagar a conta, quando ela subitamente se lançou em seus braços.

Caio travou, sem tempo de reagir, sentindo a respiração quente dela roçar sua orelha.

"O que você está fazendo, coisa ruim~"

Ela resmungou, com o rosto enterrado no pescoço dele: "Não pense que eu não sei... que você... quer beber escondido."

Dito isso, como um coala, ela envolveu a cintura dele com os braços, enterrou o rosto no peito dele e fechou os olhos exausta.

Caio baixou o olhar, delineando silenciosamente o rosto doce e ingênuo dela.

Após um momento, ele não resistiu e ergueu a mão, passando a ponta do dedo frio pelo canto daqueles olhos lindos, limpando a pequena gota de umidade que estava pendurada ali.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia